
Seguindo a ordem dos filmes, hoje falarei a respeito da segunda parte da trilogia de O Poderoso Chefão, o Poderoso Chefão Parte II.
No filme que é inegavelmente uma das melhores sequências(nova regra gramatical não deixa mais usar o “trema” haha) já feitas, Francis Ford Coppola continua sua épica trilogia com esta saga de duas gerações de poder na família Corleone. Coppola, mais uma vez com o autor Mario Puzo, entremeia duas histórias que funcionam tanto como antecedente quanto como continuação do original. Uma mostra o humilde início dos sicilianos e a ascensão do jovem Don Vito em Nova York, agora na interpretação vencedora do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante de 1974 por Robert De Niro. A outra mostra a ascensão de Michael(Al Pacino) como o novo Don. Reunindo muitos dos componentes do elenco que fizeram O Poderoso Chefão, Coppola produziu um filme de surpreendente magnitude e visão; o filme recebeu onze indicações(Melhor Ator (Al Pacino), Melhor Atriz Coadjuvante (Talia Shire), Melhor Ator Coadjuvante (Michael V. Gazzo e Lee Strasberg) e Melhor Figurino) ao Oscar e ganhou seis:Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Robert DeNiro), Melhor Direção de Arte, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Trilha Sonora, todas no ano de 1974.
No começo do filme, é normal ficar um pouco perdido sem entender o que está acontecendo, e mesmo após ler os textos explicativos que aparecem, dá pra continuar um pouco confuso, tentando se lembrar dos fatos e nomes do filme anterior. É magnífico como a história de Don Vito foi contada no filme, notando que sempre em que estava passando cenas da vida dele, a imagem era meio amarelada, para sempre deixar claro que é um evento antigo, passado. O filme mostra de todas as maneiras as diferenças de personalidade e valores entre o pai(Don Vito) e o filho Michael. O final do filme me deixou um pouco confuso no começo, mas quando parei pra pensar notei que: o filme, junto com o anterior, mostrou como um cara que era considerado bonzinho poderia se tronar mau e mudar praticamente todos os seus valores. Ele mostra a total ruína que Michael conseguiu para conseguir chegar ao topo, vencer, pois ao mesmo tempo que ele vence, ele perde, pois trai todos os seus valores básicos como a família, que ele praticamente separa e divide. Na cena final, Coppola tentou até o útilmo segundo convencer Marlon Brando a fazer uma aparição, mas o ator foi firme e recusou. Coppola quis, com a última cena, mostrar uma família toda reunida, voltando a um fato que acontece pouco antes do começo da primeira parte da trilogia, acabando mostrando a família toda comemorando o aniversário de Don Vito e Michael ficando sozinho aos poucos na mesa, que é o que realmente mostra ao decorrer da parte dois.
Vale dizer que mais uma vez, Coppola deu um grande valor e homenagem ao pai, deixando com que fossem utilizadas várias músicas compostas ou escolhidas por ele no filme.
Um filme genial e deve ser assistido por todos, mas é praticamente obrigatório assistir a primera parte. Portanto, eu RECOMENDO o filme!



[...] Ator (Al Pacino), Melhor Atriz Coadjuvante (Talia Shire), … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
Pingback por Fique por dentro Ator » Blog Archive » O Poderoso Chefão Parte II « Carros, tecnologia, cinema e coisas … — 25/06/2009 @ 9:53